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Doenças respiratórias: Camas hospitalares e consultas sao influentes!

Segunda, 26 Outubro 2009 11:50

altRelatório do Observatório Nacional de Doenças Respiratórias

Unidades de pneumologia dos hospitais contam apenas com 589 camas hospitalares, um número que os especialistas consideram ser insuficiente devido ao peso das doenças respiratórias no internamento. Também a quantidade de consultas da especialidade é baixa. Existe apenas um pneumologista para cada 21.283 portugueses. O tabaco e os factores ambientais são os principais responsáveis pelo desenvolvimento das doenças respiratórias.

O número de camas hospitalares nas unidades de pneumologia e de consultas desta especialidade é “claramente insuficiente” face ao peso das doenças respiratórias nos internamentos, alerta um relatório do Observatório Nacional de Doenças Respiratórias (ONDR).
Os internamentos hospitalares por doença respiratória aumentaram cerca de 15% entre 2003 e 2008, tendo sido responsáveis por mais de 19% das hospitalizações no ano passado, adianta o quinto relatório do ONDR.
Nos hospitais, existem 589 camas em serviços ou unidades de pneumologia, ou seja, apenas 2,7% das camas hospitalares, “o que parece bastante insuficiente face ao peso das doenças respiratórias no internamento”, salientam as conclusões do documento. Dessas camas, 311 (53%) estão em hospitais centrais e as restantes em hospitais distritais.
Para o ONDR, o número de consultas hospitalares de pneumologia também parece “claramente insuficiente”. Em 2006 realizaram-se 247.545 consultas (2,7% do total das consultas). Para cada 21.283 portugueses, existe um pneumologista, um número “claramente inferior” ao de outras especialidades, como a cardiologia (1/13.819 habitantes), pediatria (1/7.260) ou medicina interna (1/6.354).
De acordo com o presidente do ONDR, Teles de Araújo, o tabaco e os factores ambientais são os principais responsáveis pelo desenvolvimento das doenças respiratórias.
O pneumologista adiantou que a lei do tabaco teve impacto na protecção da saúde dos não fumadores, mas que ainda é cedo para avaliar os seus efeitos nos fumadores. “A redução do número de fumadores é relativamente pequena”, sublinhou, defendendo uma intervenção nas camadas mais jovens para que não comecem a fumar. “São urgentes medidas complementares que passarão pela área legislativa, pelos impostos sobre o tabaco e, fundamentalmente, por campanhas intensivas de informação e educação”, acrescenta o documento.
Sobre os factores ambientais, Teles de Araújo assinalou uma tendência para a diminuição das concentrações de partículas. As regiões onde se verificam as maiores concentrações de partículas são as Área Metropolitana de Lisboa Norte e o Porto Litoral.
Para o ONDR, “o reconhecimento da importância de um papel activo dos doentes na gestão da sua doença crónica, partilhada com os profissionais de saúde, e na selecção de tratamentos mais apropriados, assume-se como fulcral para assegurar um novo paradigma de prestação de cuidados centrados no doente”.
Fonte: Agência Lusa

Consequencias dos descuidos:
As consequencias são óbivias, uma doença, mas às veses, pode te afetar muito mais, não sendo você a vítima.
Porém, pode ser evitado, com o cigarro por exemplo… Falta de aviso não é, começar é facil, quero ver parar. Vou fazer a minha parte…
Doenças respiratórias, não são para quem faz algo que provoque…
Para quem nada fez, e apenas não teve sorte…
Ou para quem tem um trabalho que nao ajuda em nada seus pulmões..
Sem mascara ainda… ai já era…
Categorias:Uncategorized
  1. Março 18, 2011 às 01:32

    Interessante, devemos realmente cuidar para não termos alguma doença respiratória, inicialmente dentro de casa (parando de fumar) e depois fazendo trabalhos como abaixo assinados e pedindo para colocarem filtros em empresas, como a VALE e a CST, que aqui no Espírito Santo geram tanta sujeira com o minério de ferro manejado por ambas.

  2. Março 20, 2011 às 17:00

    Poxa! Se os hospitais de Portugal, que é um país desenvolvido, estão assim, imagina os hospitais brasileiros! É realmente triste pessoas que ficam doentes por causa do cigarro, essa praga que parece ficar cada vez mais comum em nossa vida! Mais triste do que isso só as pessoas que precisam do salário que têm em seu serviço, geralmente para sustentar a família, mas a empresa para que trabalham não lhes dá a devida condição e eles acabam contraindo assim essas doenças respiratórias.
    Ana Alice e Cristina ♥

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